Estavam num semi-árido muito pobre dois homens, cujo os nomes eram João e Paulo
estavam caminhando para chegarem até as suas casas, mas era muito longe o caminho
ambos eram amigos
durante o trajeto, devido ao sol forte, sem água, comida
faltando ainda KMs para chegarem até a suas casas, quando no meio do caminho, avistaram água
chegando perto de um poço muito razo, João não exitou e bebeu da água, enquanto Paulo parou e disse. "Eu não vou beber dessa água, ela é imunda"
"veja João como essa água está?! Não vou beber, muito suja"
e assim continuaram a caminhar...
Mas a caminhada ainda era longa, e a sede de tempos em tempos chegava perto de ambos
avistaram outro poço razo de água, onde mais um bocado de água suja se fazia presente
contente em sem titubiar, João foi logo bebendo da água, enquanto Paulo novamente parou e disse, "vc é louco João, beber dessa água suja"
continuaram a viagem, mas Paulo estava muito mais debilitado do que João, que mesmo com fome, estava hidratado
faltando ainda uns 50km para chegarem ao seu destino, outro poço d´água suja se fazia presente. "João parou e disse, beba Paulo, pois é o que temos até chegar em casa."
Paulo, mesmo super desidratado, preferiu questionar o conteúdo da água. Dizendo que a água fedia, era suja e ele não iria beber aquilo
João bebeu, mas via seu amigo morrer aos poucos diante do óbvio.
Quando mais adiante uns 20km á chegarem ao destino, Paulo cai, totalmente desidratado, sem força alguma pra proceguir a viagem
foi quando Paulo, fechou os olhos, e morreu ali mesmo, servindo ao deleite dos abutres.
para João, os próximos 20km foram um grande pesar ao perder um amigo que estava ao seu lado, mas que por um pré-conceito, preferiu morrer do que agradecer o pouco que no caminho lhe era dado
João chegou em sua casa, são e salvo, mesmo fraco apesar da fome, mas chegou.
Em sua casa, sua familia o esperava, e para ele aquilo era um grande prêmio, muito mais do que a comida que o aguardava na mesa, e a água fresca
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
O que dizer ?!
Bem, tanto tempo já faz que eu criastes este blog, quase uma semana, e não me senti apto a escrever nada.
O que dizer ?!
Será que eu não sei o que dizer?!
Parece a minha vida, o meu momento agora !
Será que, ao abster-me de dizer algo, posso dizer mais do que realmente eu pretendesse?!
Este é um momento, deveras muito complicado e sútil, pois acabo me enquadrando num ciclo vicioso de achar que sempre preciso dar respostas pra tudo.
Se aos poucos, sem muito esforço eu analisar que, dizer sempre algo pode-ser-á um ato leviano e até boçal. Posso estar escrevendo sempre nas entrelinhas a minha incapacidade de receber o bem ou/e o mal.
Buscar sempre dizer algo, nos arremete a uma insensatez tamanho, que fazem-nos parecer um CD arranhado, a qual insistimos em coloca-lo no CD-player, mesmo sabendo que ele irá agarrar naquela faixa que estamos acostumados a ouvir.
Foi como me senti assim hoje mais cedo, ao deparar-me com um ente querido fazer algo a qual eu já acostumado (e contrário as minhas convicções), insisti em dizer-lhe que "ele" estava errado.
Por quê eu repetidamente insisto em dizer isso?! Não será porque eu realmente não sei o que dizer?!
O que dizer ?!
Será que eu não sei o que dizer?!
Parece a minha vida, o meu momento agora !
Será que, ao abster-me de dizer algo, posso dizer mais do que realmente eu pretendesse?!
Este é um momento, deveras muito complicado e sútil, pois acabo me enquadrando num ciclo vicioso de achar que sempre preciso dar respostas pra tudo.
Se aos poucos, sem muito esforço eu analisar que, dizer sempre algo pode-ser-á um ato leviano e até boçal. Posso estar escrevendo sempre nas entrelinhas a minha incapacidade de receber o bem ou/e o mal.
Buscar sempre dizer algo, nos arremete a uma insensatez tamanho, que fazem-nos parecer um CD arranhado, a qual insistimos em coloca-lo no CD-player, mesmo sabendo que ele irá agarrar naquela faixa que estamos acostumados a ouvir.
Foi como me senti assim hoje mais cedo, ao deparar-me com um ente querido fazer algo a qual eu já acostumado (e contrário as minhas convicções), insisti em dizer-lhe que "ele" estava errado.
Por quê eu repetidamente insisto em dizer isso?! Não será porque eu realmente não sei o que dizer?!
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